Prog

Prog

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Progressive Downloads: Curved Air – Live – 1975

Progressive Downloads: Curved Air – Live – 1975: Essa pérola do progressivo inglês foi gravada em Dezembro de 1974 e é no meu entender, uma obra exemplar, perfeita e única. É um daqueles LP...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Iron Butterfly

Iron Butterfly é uma banda estadunidense de hard rock e rock psicodélico, conhecida pelo seu sucesso em 1968, com a música "In-A-Gadda-Da-Vida".
O Iron Butterfly surgiu no cenário musical do final da década de 1960, chamado Hard Rock ou Acid Rock e ficou caracterizada pelos solos de guitarra, baixo marcante, bateria pesada e teclados que mesclava rock com música sacra. Em meados de 66, a banda saiu de San Diego e foi para Los Angeles, para fazer shows pequenos clubes. Em 68 assinam contrato com a ATCO e participa de uma turnê com The Doors, Jefferson Airplane, The Grateful, Traffic, The Who e Cream. Lançam o primeiro LP, "Heavy". Logo após Jerry Penrod, Darry DeLoach e Danny Weis deixaram o grupo e foram substituídos pelo guitarrista Erick Brann, de apenas 17 anos e pelo baixista Lee Dorman, ficando apenas o tecladista, vocalista e líder da banda Doug Ingle e o baterista Ron Bushy da formação original. Ainda em 1968, o Iron Butterfly grava o "In-A-Gadda-Da-Vida", a música homônima tem duração de 17:05 minutos e se tornou o hino dos jovens americanos da época. O terceiro LP gravado pelo grupo, "Ball", recebeu o Disco de Ouro. Foi o último álbum de Erick Brann, em seu lugar entraram Mike Pinera e Larry "Rhino" Reinhardt. Em 1970 é gravado "Metamorphosis", e o "Iron Butterfly Live". Em 1971, ano que marca a separação do grupo, é lançado "Best of Iron Butterfly - Evolution". Em meados dos anos 1970, Erick Brann e Ron Bushy, se encontram novamente e gravam os discos "Sun and Steel" e "Schorching Beuty". Em 1997, a banda volta em turnês na Europa e Estados Unidos.


Links

Vanilla Fudge



Em 1967 a América do Norte via nascer mais um grupo psicadélico. Os Vanilla Fudge entravam em cena e traziam uma nova perspectiva ao panorama musical americano. O grupo, constituído por Mark Stein (voz, órgão), Vince Martell (voz, guitarra), Carmine Appice (voz, bateria), e Tim Bogert (voz, baixo), escolhera o nome Vanilla Fudge baseado na sugestão de uma amiga da banda que era apaixonada por gelados de baunilha. No entanto, o som do grupo estava longe de ser um gelado de baunilha, antes um conjunto de sabores incertos, misteriosos e místicos. A ideia dos quatro músicos era transformar canções convencionais em longos épicos instrumentais, jogando com o contraste entre tons doces e ambientes ameaçadores. Para além da imaculada qualidade instrumental e capacidade de criar arranjos originais, os Vanilla Fudge possuiam quatro distintas vozes (à semelhança dos Beatles) que usavam eficazmente conforme o contexto. Apoiados pelo produtor Shadow Morton, formaram imediatamente uma parceria ambiciosa e dinâmica. Tanto Appice na bateria como Bogert no baixo, pertenciam ao núcleo de músicos mais bem cotados do final dos anos sessenta, fruto do elevado nível técnico que cada um demonstrava. O arranjos psicadélicos de Stein, o líder indeclarado do grupo, compunham a grande parte do som característico dos Vanilla Fudge. Martell era um guitarrista promissor que evoluia consideravelmente em cada disco, exibindo uma gama considerável de licks personalizados. A curta carreira do grupo terminaria apenas quatro anos depois de ter começado. A decisão foi em parte influenciada pelo constante ritmo de digressões, e por outro lado devido ao crescendo de popularidade da música hard-rock, algo que levou Bogert e Appice a seguirem outros projectos, embora sem nunca terem replicado o sucesso do seu grupo original. Para a história fica a curiosa viagem que o grupo fez por ambientes obscuros e intensos, e a sua valiosa contribuição para as fundações do rock progressivo e sinfónico.











Links:


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Airlord


Airlord foi uma banda obscura formada na Nova Zelândia em 1976, lançaram apenas um único disco no ano seguinte, chamado “Clockwork revange”. A banda demonstra grande influencia de Gênesis em suas musicas, o vocal também é semelhante ao de Peter Gabriel, embora alguns momentos lembre Roger Chapman (Family). Depois desse disco cada um seguiu seu caminho...


1.Clockwork Revenge (6:39)
2.Pictures In A Puddle (4:03)
3.Ladies Of The Night (9:46)
4.Earthborn Pilgrim (4:58)
5.Out Of The Woods (7:18)
6.Is It Such A Dream (5:11)
7.You Might Even Be (4:27)


Steve MacKenzie - vocal, guitarras
Ray Simenauer - guitarras, vocal
Brad Murray - baixo, vocal
Alan Blackburn - teclados
Rick Mercer - bateria

Links:



Frumpy




Hamburgo, Alemanha (1970 – 1972, 1990 – 1995)
Frumpy foi uma banda de rock progressivo, com sede em Hamburgo, Alemanha, que existiu de 1970 a 1972, tendo se reunido novamente de 1990 a 1995.

"Inga Rumpf, esse é o nome dela a Janis Joplin alemã. A grande vocalista dessa banda alemã que canta em inglês e que fez relativo sucesso nos anos 70 abrindo shows de bandas como Yes, Spook Tooth, Humble Pie, Renaissance entre outros.

O som lembra as boas bandas inglesas de progressivo talvez pela força do Hammond tocado por Jean Jacques Kravetz. Chegam a lembrar Emerson, Laker & Palmer ou ainda Deep Purple mas não atingem o peso destes, flutuam entre o blues e suas vertentes.


Todos os membros da banda conheceram como artistas de primeira da Alemanha folk rock da banda The Preachers City, formado por irlandês John O'Brien Docker-em Hamburgo em 1965. [ 1 ] Em 1968, a banda tinha se separado, com O'Brien Docker-e vários outros membros de despedida da empresa. Cantora Inga Rumpf, um distintivo "não-femininas" vocalista soar muitas vezes comparado favoravelmente com Janis Joplin , continuou a usar o nome da banda com um line-up, incluindo o baterista Udo Lindenberg , cantor Dagmar Krause , francês organista Jean-Jacques Kravetz e baixista Karl- Heinz Schott. [ 2 ] [ 3 ] [ 4 ] Na primavera de 1969, Lindenberg esquerda para seguir carreira solo e foi substituído por Carsten Bohn , que em novembro daquele ano tinha crescido decepcionado com Krause e chamou para a banda para seguir uma direção criativa novo ", uma fusão de rock, blues, folk, clássica e psicodélico." [ 2 ] [ 4 ] [ 5 ]
Reforma março 1970 como Frumpy (uma brincadeira com o sobrenome Rumpf inspirou ao ver a palavra "frumpy" em um CBS catálogo registro) o novo line-up de Rumpf, Bohn, Kravetz e Schott estreou no Essen Internacional Pop & Blues Festival, em abril 1970, onde duas de suas canções "Duty" e "Floating" foram gravadas e lançadas na compilação ao vivo 'do álbum Pop & Blues Festival '70 . [ 2 ] [ 4 ] Isto foi seguido por mais datas turnê na França, Alemanha e Holanda , e uma aparição no Kiel Festival Pop Progressivo em julho de 1970.


Aqui a discografia da banda do primeiro ao quarto disco, existem ainda outro ao vivo gravado nos 90 numa espécie de reunião chamado 'Now' . Após o fim da banda por volta de 1972 Jacques Kravetz, Inga Rumpf e Karl Heinz juntaram-se a Alex Conti e a Ringo Funk (ex-Jeronimo) e formaram a Atlantis mas essa é uma outra estória"

Links:


All Will Be Changed (1970)
Frumpy 2 (1971)
By the Way (1972)
Live (1973)   1    2     (senha:http://cilicus.blogspot.com/)


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A.C.T (Suécia)


Ola Andersson, Jerry Sahlin, Thomas Erlandsson e Jens Appelgren eram jovens estudantes e iniciaram com a primeira formação do A.C.T. No início a banda se chamava Fairyland, e mantinha-se instável, sem um músico que ocupasse a posição de baixista. Pediram a um amigo, Simon Niklasson, que já era músico e tinha sua própria banda, que os acompanhassem nas primeiras apresentações e gravações. Após um bom tempo, o vocalista Jens Appelgren deixou o Fairyland, que começou a fazer novos testes para um novo vocalista.


Herman Saming, "a voz", definiria irremediavelmente o som do grupo. Herman, Ola e Thomas estudavam na mesma escola na cidade de Malmö, e, depois de alguns ensaios, ficou claro que o novo vocal era o tipo certo para a sonoridade tão desejada. Entretanto, a procura por baixistas continuava. Simon estava cada vez mais dividido entre sua banda regular e a ajuda na banda dos seus amigos. Peter Asp entrou para ocupar o lugar vago no final de 1995 e integrara o grupo como uma luva. Sinalizando um novo começo, a banda torna-se o A.C.T - sigla que ninguém, além dos próprios integrantes, conhece o significado - confirmando a participação no festival Direkt de Musik, um dos maiores concursos de canção para amadores da Suécia na época. Entretanto, ainda não foi a vez da banda aparecer para a mídia.

O ano de 1996 trouxe novas oportunidades e uma nova fase, e os garotos voltaram a participar do Direkt de Musik, sendo que desta vez as coisas correram bem melhor. Depois de vencer as semifinais, foram à Estocolmo concorrer com bandas de todo o país escandinavo. Mesmo sem conquistar o primeiro lugar , as rádios rock e revistas especializadas deram grande atenção à canção da banda, que acabou ganhando um ilustre padrinho e defensor: Yngwie Malmsteen.
Tudo indo bem, a banda percorreu a Suécia fazendo shows, gravaram uma demo-tape e quando sentiram-se prontos para brigar por seu espaço, entraram em estúdio para gravar o álbum de estréia do grupo, Today's Report (1999), no qual mesclaram novas e antigas composições.

Seu segundo álbum, Imaginary Friends, foi lançado em 2001 e o terceiro, Last Epic, em 2003.
No trabalho mais recente da banda, Silence (2006), a banda amadurece e o feedback de seus esforços torna-se mais visível, principalmente no Japão e na Europa. Com esse novo álbum, o A.C.T alcança o quarto lugar em vendas na loja sueca Ginza, superando artistas como Iron Maiden, Bob Dylan, Hammerfall, Bruce Springsteen, Christina Aguilera e Scissor Sisters.


Links:

1996) Early Recordings (demo)
(1999) Today's Report
(2001) Imaginary Friends
(2003) Last Epic
(2006) Silence

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

(Canadá)

Putz, Harmonium é uma grande banda de Rock Progressivo, formada em Québec, Canada, com uma sonoridade incrivel , passagens maravilhosas e sem contar o alto nível dos musicos.
Recomento à todosos amantes de rock progressivo, sejam akeles mais modernos ou mais cult.
Durante sua curtas existencia 1973-1978, eles lançaram 4 discos sendo na minha opinião o álbum Si on avait besoin d'une cinquième saison de 1975 um dos melhores do gênero.


Links:

1974: Harmonium
1975: Si on avait besoin d'une cinquième saison
1976: L'Heptade
1980: Harmonium en tournée

Quaterna Réquiem

A banda brasileira Quaterna Réquiem pode ser apontada como um dos grandes valores mundiais do rock progressivo nos anos 1990.

Formado em 1986, no Rio de Janeiro, a partir das cinzas do grupo Vitral (que incluia os "cabeças do Quaterna, os irmãos Elisa e Claudio), dissolvido, entre outros motivos, pela saída de Wiermann (instrumentista profissional) para uma série de concertos pelo país, o primeiro Quaterna Réquiem com Dantas e alguns outros membros da formação do LP, apresenta-se exatas duas vezes antes de também debandar. O som do grupo, na época, era bem mais primitivo do que o que seria conhecido no futuro. Com o fim da série de concertos, Wiermann retorna ao Rio e, junto com o irmão Dantas, ressuscita a idéia de uma banda de rock progressivo. O ano, 1987. (Re)nascia o Quaterna Réquiem.
Após vários shows e algum entra-e-sai na formação (agora com Wiermann, Dantas, o violinista Kleber Vogel, o guitarristas Jones junior e o baixista Marco Lauria), a banda lança, em 1990, o LP "Velha Gravura", reeditado em 1993, em Cd, com duas faixas extras. Apesar do sucesso junto ao público do gênero, o Quaterna passaria por profundas mudanças no ano seguinte. Júnior deixa a banda no final de 1991 e é substituído pelo guitarrista Saulo. Com esse "line-up", a banda dá seu mais famoso show (22 de fevereiro de 1992, no MAM do Rio) antes da saída de Vogel. O violinista, junto com Júnior, daria início à banda progressiva Kaizen (lançado em CD em fins de 1994).
Nova fase para o carioca Quaterna Réquiem: o novo guitarrista Saulo convoca um amigo, o baixista Álvaro Seabra, para o grupo. Essa nova formação não dura mais que alguns meses e cerca de cinco ou seis shows (com muitos trabalhos novos). O Quaterna estava de volta ao início da estrada, ou seja, reduzido aos irmãos Elisa e Cláudio. Mas isso não seria, como chegou a circular, o fim do conjunto. A banda resiste com apenas dois membros e mais dois (excelentes) músicos convidados, o baixista Fábio Fernandez e o guitarrista Roberto Crivano, ambos da banda progressiva Agne Luz (também do Rio). Essa formação daria um show em 1993, no SESC da cidade de Três Rios e lançaria, em 1994, seu segundo trabalho, intitulado "Quasímodo", que reafirma o Quaterna como principal banda progressiva brasileira em atividade. A temporada de divulgação deste novo disco ocuparia várias semanas de shows nos Teatro João Teotônio, em 1994. Feliz de quem conferiu..." (ERP)
RPB: Em 1997 a banda se apresentaria no Rio ArtRock Festival, abrindo para a banda sueca Par Lindh Project, onde apresenta músicas de um novo trabalho a ser lançado, além de contar com a participação especial de Kleber Vogel em uma música e Fred Fontes no baixo, substituindo Fábio. Deste show, lançam o CD Livre em 2000. Para surpresa de todos, a banda anuncia volta de Kleber Vogel para o Quaterna em 2002. Em 2003, Kleber e Wiermann criam o projeto Wiermann & Vogel e lançam o CD À Mão Livre. Nele há uma música inédita do Quaterna Réquiem.

O baixista Jorge Mathias entra para o Quaterna Réquiem em 2004.
Em agosto de 2004 o grupo volta a se reunir para um show em comemoração aos seus 15 anos de atividades no teatro do Centro Cultural Justiça Federal no Rio de Janeiro. Este show com quase duas horas de duração, é registrado em DVD, contendo músicas de todos os trabalhos do QR e algumas do Wiermann & Vogel. O DVD é lançado em 2006.


Links:

1990-Velha Gravura
1994-Quasímodo

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Mantra - Celebration (PFM Cover)



Oia mais um do mantra ai, eu que gravei hehehehe
Abç
.~.

Mantra - De Volta ao B-612



Show muito baum...
Viva o Prog de Minas Gerais

Frágil (Peru)

O Frágil é considerado um dos grupos mais importantes do rock peruano devido a sua trascendência, qualidade musical e por ter sido uma das primeiras bandas de rock do país que compuseram suas canções inteiramente em língua espanhola.


Seu nome provém de "Fragile", um álbum do grupo britânico Yes. Foi a primeira banda de sucesso de sua geração, apesar de seu estilo progressivo ser próprio da década de 1970. Gravaram em 1981 o primeiro videoclipe feito no Peru: Avenida Larco, sua canção assinatura. O álbum no qual consta a canção, também intitulado Avenida Larco, é considerado um clássico do rock peruano.
Seu vocalista original é Andrés Dulude, mas em 1984, após uma viagem à Argentina que marcou a separação entre Andrés e a banda (este viajou ao México com a banda de Rulli Rendo), foi integrada à banda uma cantora argentina chamada Piñin Folgado, com a qual foi gravado o single Nave Blanca - Alrededor, em vinil de 45 rpm. Piñín regressou à Argentina em 1986. Um segundo single gravado com ela no vocal (Antihéroes) nunca foi lançado.


Em 1989 Andrés Dulude retornou à banda e permaneceu nela até o começo da década seguinte. Após uma breve passagem de Jorge Pardo pela banda, os integrantes do Frágil recrutaram um jovem vocalista chamado Santino de la Torre (ex-integrante do Sentencia e do Reina Gitana), com o qual gravaram o álbum Alunado, para finalmente no ano de 1999 acontecer uma nova volta de Andrés Dulude à banda, restaurando assim a formação original do grupo.

Links:

1981-Avenida Larco
PT 1
PT 2
PT 3

2002-Sorpresa del Tiempo

La Máquina de Hacer Pájaros (Argentina)

La Máquina de Hacer Pájaros é a jóia extrema do rock progressivo de nossos hermanos argentinos. Sua sonoridade é bastante elaborada e bem montada estruturalmente, bebendo de fontes inglesas, de Yes, Genesis e ELP, mesclando isso a uma base de jazz fusion e nossos ritmos latinos, e como tempero final ainda temos o soul, e um funky leve, presente no “fusion” citado.

O grupo lançou apenas dois álbuns, o homônimo de 76, e “Pelicula” de 77, ambos muito bons, podendo ser classificados como um progressivo sinfônico bastante singular, principalmente devido às raízes latinas.
O leitor já deve estar associando o Progressivo Sinfônico a um belo cover das bandas citadas, mas aqui a reação é muito contrária, os teclados viajantes e as belas guitarras estão presentes, e apontam indubitavelmente para tais grupos, no entanto a base é bastante swingada, com a brilhante seção rítmica.

Na sua formação o grupo conta com Charly Garcia, um dos principais nomes do progressivo latino, e Carlos Cutaia que tocou no Pescado Rabioso, ambos tecladistas muito competentes.
Além dessa mistura latina acalorada, o grupo é capaz de criar ambientes mais tradicionais de progressivo sinfônico, principalmente devido ao excelente trabalho de teclado.
Charly Garcia formou a banda após a dissolução de sua banda folk “Sui Generis”, buscando partir do ponto sinfônico, onde havia parado.

O grupo não atingiu muito sucesso na época, sendo reconhecidos apenas postumamente, pois em 77 após o lançamento de Pelicula, Charly acaba com o grupo, em razão a crises internas e
divergências musicais.
A banda trouxe a idéia dos teclados simultâneos, utilizada por alguns grupos europeus, e aqui vemos muito o trabalho desses instrumentos, ora do piano, em outros momentos mellotron e órgão, e até alguns sintetizadores dando uma atmosfera “ELPica” (cada vez piores minhas piadas, eu sei).

O grupo ainda utiliza esporadicamente o baixo de modo orquestral, o que dá o senso mais natural de progressivo sinfônico. Interessante é notar o quão rápido há essa mudança do jazz ao clássico, do funky ao rock progressivo tradicional. Charly não poderia ter descrito melhor seu trabalho
“Somos o Yes do terceiro mundo”. E sem dúvidas transcrevem a linguagem progressiva já tão falada na Europa e EUA para os idiomas latinos, e o fazem com destreza.

Pelicula é um trabalho completo, com grandes variações entre as faixas, intensos trabalhos de teclado, e um espetáculo rítmico, graças as múltiplas habilidades de baixo e percussão, que conduzem o disco entre as intricadas linhas eruditas, margeando a música popular do “terceiro mundo”.
“Marylin” a segunda faixa, conta com a introdução de “Somewhere Over the Rainbow”, fazendo referência a cultura “pop”.

Os fãs e até os críticos consideram o primeiro disco superior ao segundo, por seu ambiente mais sinfônico, e consequentemente mais sisudo, enquanto Pelicula é mais despojado, apelando ao fusion em vários momentos, e ai está à identidade desse grupo, nesses detalhes tão interessantes, capazes de criar uma sonoridade tão vasta.

O primeiro álbum deve agradar os fãs de prog mais xiitas, por sua alta complexidade estrutural, cheia de elementos inesperados, mas particularmente acredito, que não acrescenta muito ao movimento.
Já Pelicula é um excelente álbum, coloca a América Latina no cenário progressivo, descrevendo-a através de sua música mutante, passando facilmente pelo jazz fusion em muitos momentos.

Links:

1976  - La Máquina de Hacer Pájaros
1977 - Películas

Aphrodite's Child (Grécia)

Aphrodite's Child foi uma banda grega de rock progressivo formada em 1968 pelo vocalista Demis Roussos, o multi-instrumentalista Vangelis Papathanassiou e o baterista Loukas Sideras. Depois de uma tentativa frustrada para entrar na Inglaterra, a banda reagrupou-se em Paris, onde o guitarrista Anargyros "Silver" Koulouris juntou-se a eles (embora ele fosse forçado a deixar a banda devido a prestação do serviço militar, com a guitarra e baixo sendo tocados por Roussos durante sua ausência).

The Idols, We Five, Aphrodite’s Child
A biografia do Aphrodite’s Child se mescla com a do artista Demis Roussos, o vocalista desse grupo. A partir dos 15 anos de idade, quando sua família mudou-se do Egito e voltou para a Grécia, Demis participou de vários grupos musicais. O primeiro, com 17 anos, The Idols, onde Demis tocava guitarra e baixo; os outros membros dos Idols: Jo (primo de Demis), Natis Lalaitis, Nikos Tsiloyan e Anthony. Nessa época, Demis tinha de trabalhar para sustentar sua família. Já nesse grupo Demis começou a destacar-se como cantor, a partir do momento no qual foi solicitado para substituir o vocalista, que estava cansado, para cantar algumas canções (o que começou com “The House of the Rising Sun” e “When a Man Loves a Woman”).
Com o compositor Lakis Vlavianos, Roussos deu início à banda We Five, já como vocalista principal. Mas somente começou a ficar mais conhecido a partir de 1968, com a banda de rock progressivo Aphrodite’s Child, formada no Reino Unido, para a qual Demis associou-se a outros dois músicos gregos, respectivamente, Vangelis (ou Vangelis Papatanassiou) e Loukas Sideras, primeiramente como vocalista e depois também como guitarrista e baixista. Vangelis ficou como compositor principal e tecladista, enquanto Loukas cuidava da bateria. No entanto, por falta de permissão para trabalhar na Inglaterra, o grupo mudou-se para Paris, então atingida pela Revolução de Maio de 1968. O primeiro álbum foi Rain and Tears, o qual obteve tremendo sucesso e vendeu um milhão de discos apenas na França. Nos próximos anos, o desempenho do grupo foi excelente. Com a voz de estilo de ópera de Roussos, a banda passou a ter sucesso em nível internacional, inclusive com 666, o último álbum. Logo após o lançamento dessa obra, por razões diversas, decidiram acabar com o grupo. Mas antes da dissolução, o Aphrodite´s Child estourou na Europa e outros países com grandes sucessos, tais como: Rain and Tears (Compositor: Vangelis, letrista = Boris Bergman); It’s Five O’clock, I Want to Live, End of the World e Spring, Summer, Winter and Fall.

 Início da carreira solo de Demis Roussos
Nesse meio tempo, o também compositor Roussos casou-se com Monique, com que teve uma filha, Emilie. Com o apoio da gravadora Phonogram, Demis iniciou então sua carreira solo. Seu primeiro grande sucesso, não somente na França como em toda a Europa, foi We Shall Dance, lançado no verão de 1971.
Seguiram sucessos como My Reason (junho de 1971), Velvet Mornings (canção também conhecida como “Tric, tric, tric” – composta pelo grego de Atenas, Lakis Vlavianos, que também fez as composições da maioria das canções de sucesso de Roussos, tais como, My Friend the Wind e Someday Somewhere).
Em 1973, quando fez uma turnê na América do Sul, foi lançado o segundo álbum de Roussos, Forever and Ever. Canções como When I was a Kid, Goodbye my Love Goodbye impulsionaram ainda mais a carreira do cantor solo, chamado de “o Papa do pop”, que até aí já vendera dois milhões de discos. Mas isto foi apenas o começo.
Em 1974 foi o lançamento do novo álbum My Only Fascination. Nos seus três primeiros anos de carreira solo, Demis Roussos demonstrou enorme dinamismo e vitalidade. Eis o saldo de suas atividades em 1.000 dias: 380 concertos em 18 países; total de 400.000 km em viagens de avião; 100.000 km em viagens de carro; participação em 120 programas de televisão e 180 programas de rádio; participação em três festivais; gravações de 40 canções e três álbuns que consumiram 600 horas de trabalho em estúdios; recebimento de 15 discos de ouro, e, para coroar tudo, venda total de 9 milhões de discos.
Sua agenda para 1975 compreendeu cinco turnês de 45 dias em cinco continentes, e em 15 de setembro desse mesmo ano, para felicidade do casal Demis / Dominique, nasceu o filho Cyril. Foi lançado também em 1975 o álbum Souvenirs, e em 1976 o álbum Happy to Be. Até 1977 o músico já havia vendido 30 milhões de discos em nível mundial.

Links:

1968-End of the World
1969-It's Five O'Clock
1972-666 (The Apocalypse Of John,13/18)
1980-Best Of Aphrodite's Child

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Wigwam (Finlândia)

Wigwam é uma banda finlandesa de rock progressivo formada em 1968, após o final da banda seminal Blues Section cujo baterista Ronnie Österberg havia tocado anteriormente. Ele formou a banda como um trio, mas logo trouxe o britânico expatriado e vocalista Jim Pembroke (também do Blues Section) e o organista Jukka Gustavson. Um ano após Pekka Pohjola entrou na banda como baixista. Kim Fowley produziu o segundo álbum da banda, Tombstone Valentine, lançado em 1970, e que contava com a composição eletrônica de Erkki Kurenniemi 'Dance of the Anthropoids'. O álbum de 1974 Being é considerado a obra prima do Wigwam. Apesar disso, após seu lançamento Pohjola e Gustavson deixaram o grupo. O maior sucesso comercial da banda foi a obra orientada ao pop Nuclear Nightclub, lançado em 1975, com os novos membros Pekka Rechardt na guitarra e Måns Groundstroem no baixo.
Por um tempo durante a década de 1970 a banda pareceu estar prestes a estourar na Europa, assim como bandas contemporâneas como Tasavallan Presidentti, mas apesar do apoio da imprensa do Reino Unido, a fama internacional em grande escala os iludiu, e a banda acabou terminando em 1978. Jim Pembroke e Ronnie Österberg formaram o Jim Pembroke Band no final de 1979, mas com problemas do coração devido à diabetes, Österberg cometeu suicídio em 6 de dezembro de 1980.

O Wigwam foi reformulado nos anos 1990 com o núcleo Pembroke, Rechardt e Groundstroem intacto. Sua influência na música rock finlandesa é amplamente reconhecida.

 
Links:
 
1971 - Fairyport
1976 - The Lucky Golden Stripes and Starpose

Tasavallan Presidentti (Finlândia)

Primeira fase: anos 1970

Em 1969 o Tasavallan Presidentti foi fundado por Jukka Tolonen (guitarra) e Vesa Aaltonen (bateria), além dos integrantes Måns Groundstroem (baixo) e Frank Robson (vocal), ex-integrantes do Blues Section, e Juhani Aaltonen (saxofone e flauta). Seu primeiro álbum foi Tasavallan Presidentti, lançado pela Love Records em dezembro, assim como o single Time Alone With You / Obsolete Machine.

No ano seguinte Juhani Aaltonen foi substituído na banda por Pekka Pöyry. Apresentaram-se em vários festivais, incluindo o Ruisrock Festival. Começaram então as gravações para o segundo álbum na Suécia, com a produção de Bob Azzam. Ajudaram então Pekka Streng em seu primeiro álbum Magneettimiehen kuolema. Em 1971 lançaram outro álbum auto-intitulado, pela gravadora EMI Records.

No ano seguinte assinaram com a Sonet Records. Robson foi demitido, sendo substituído por Eero Raittinen em março. O terceiro álbum Lambertland foi lançado no segundo semestre, desta vez também no Reino Unido. Realizaram a segunda turnê pelo Reino Unido em novembro. Groundstroem deixou a banda em dezembro, sendo substituído por Heikki Virtanen.
Milky Way Moses foi lançado em 1974, sendo licenciado nos Estados Unidos pela Janus Records. A última turnê no Reino Unido foi realizada em abril, com o tecladista Esa Kotilainen substituindo Pöyry. Terminaram a banda, realizando ainda uma última turnê pela Suécia em agosto.

Segunda fase: a reunião
Jukka Tolonen teve uma bem sucedida carreira em projetos-solo e com outras bandas. Måns Groundstroem foi empregado como produtor da Love Records, reunindo-se ao Wigwam ainda em 1974. Eero Raittinen tocou com seu irmão Jussi e lançou trabalhos solo. Frank Robson também fez alguns álbuns solo. Juhani Aaltonen tornou-se um renomado músico de jazz, assim como Pekka Pöyry até que cometeu suicídio em 1980. Vesa Aaltonen reuniu-se à banda multinacional Made In Sweden em 1975. Após vários anos a banda realizou vários concertos de reunião, e em 2001 lançaram o álbum ao vivo Still Struggling For Freedom.


Links:
 
1971 - Tasavallan Presidentti (II)
1974 - Milky Way Moses PT1 PT2

Nova Seção "Prog Internacional"

Ae galera atendendo a pedidos, vou começar a compartilhar alguns álbuns de bandas do Prog Internacional não muito convencionais.
Espero que vocês gostem.
Abraço a Todos.
.~.

Dr. Sin: vídeos do Pocket Show realizado na FNAC - Novidades (Notícia)

Dr. Sin: vídeos do Pocket Show realizado na FNAC - Novidades (Notícia)

PATRULHA DO ESPAÇO - Columbia (1982)

Arnaldo Baptista

Ficheiro:Arnaldo Baptista.jpgSua carreira musical tem início em 1962, quando ele forma com seu irmão Cláudio César o grupo The Thunders. Em 1966, convida seu outro irmão, Sérgio Dias, a se juntar ao grupo Six Sided Rockers, que já contava com a presença de Rita Lee. O grupo daria origem aos Mutantes. Ali ele desenvolve seus talentos de compositor e arranjador, mas depois de vários problemas e brigas internas, ele sai da banda em 1973.


Tenta seguir carreira de produtor musical, mas o insucesso o motiva a tentar carreira solo. Lança Lóki? em 1974, considerado seu melhor trabalho.
Em 1977 recusa o convite de seu irmão Sérgio para retornar ao Mutantes, formando o grupo Patrulha do Espaço. O novo projeto não vai muito longe, apesar da gravação de um disco de estúdio que só seria lançado parcialmente dez anos depois com o nome de Elo Perdido, assim como uma gravação ao vivo de um show da banda (Faremos Uma Noitada Excelente). Arnaldo deixa a Patrulha em 1978, que continua no underground rockeiro.

Em 1982 Arnaldo lança outro marco, Singin' Alone, gravado em 1981, altamente lisérgico, desesperado, decepcionado, obra que cria um rock profundamente experimental, geradora de novos padrões estéticos. No mesmo ano é internado na ala psiquiátrica do Hospital do Servidor Público de São Paulo devido a seu comportamento agressivo, causado pelo uso excessivo de LSD. Durante a internação Arnaldo tenta o suicídio se defenestrando do quarto andar. Passou quatro meses e onze dias em coma mas sobreviveu, com uma séria fratura no crânio que deixaria sequelas.
Arnaldo continuou gravando, em 1987 lança sua mais radical experiência. Pelo selo independente Baratos e Afins sai a gravação caseira Disco Voador. A gravação é feita em dois canais e surge como um disco quase "terapêutico" para Arnaldo. Há de se considerar ainda, que em 1989, os produtores Alex Antunes e Carlos Eduardo Miranda produziram o álbum tributo "Sanguinho Novo - Arnaldo Baptista Revisitado" com bandas ascendentes no rock nacional como Sepultura, Ratos de Porão, Paulo Miklos entre outros nomes.
Em 1996 foi contratado pela gravadora Virgin para o relançamento de Singin' Alone. Aproveitou para regravar o clássico dos Mutantes "Balada do Louco", que foi lançado como faixa-bônus.
Em 2004 lançou seu mais recente trabalho solo de inéditas, Let It Bed, produzido por John Ulhoa, do Pato Fu e gravado em sua residência em Juiz de Fora (MG).

Em 2006 ocorre o retorno do grupo Mutantes e Arnaldo volta a tocar ao lado do irmão Sérgio Dias e do baterista Dinho Leme após 33 anos de sua saída da banda e 30 do fim do grupo. Rita Lee, vocal feminino na formação original, e que fora casada com Arnaldo (especula-se que desentendimentos conjugais teriam levado a saída desta do grupo) não retorna à banda. Zélia Duncan aceita integrar o conjunto. Esta formação recente durou até Setembro de 2007, quando Zélia comunicou sua saída do grupo para retomar sua carreira solo. Poucos dias depois do anúncio, Arnaldo comunicou que também deixaria a banda para cuidar de projetos pessoais.
Desde o meio dos anos 80 morando em um pacato sítio em Juiz de Fora, Minas Gerais com sua esposa Lucinha Barbosa, Arnaldo passa seu tempo pintando quadros, escrevendo, tocando e compondo. A partir do retorno de sua antiga banda, de importância histórica fundamental para o rock brasileiro, a carreira de Arnaldo passa a ter novas perspectivas.

Em 2008 foi lançado o documentário Loki - Arnaldo Baptista, mostrando toda a trajetória do artista, desde a infância até o retorno dos Mutantes, com apresentações em 2006 e 2007.


Links:

1974 - Lóki?
1982 - Singin' Alone
1987 - Disco Voador (1987)
1987 - "Faremos Uma Noitada Excelente..." (1987, gravado em 1978 com a Patrulha do Espaço)
1988 - Elo Perdido ( gravado em 1977 com a Patrulha do Espaço)
2004 - Let It Bed

Dorsal Atlântica

No início da banda em 1981 tinha o nome de NESS e depois mudaram para Dorsal Atlântica quando Carlos "Vândalo" Lopes abriu ao acaso uma enciclopédia e viu o nome Dorsal Atlântica e o adotou. A Dorsal Atlântica em suas músicas que retratam a realidade do Brasil, e temas diversos porém sempre reais como as músicas "Joseph Mengele" e "Vorkuta" do álbum Antes Do Fim.
Teve seu primeiro registro em um álbum split Ultimatum em 1984, com a banda Metalmorphose, outra banda carioca de heavy metal,nessa época faziam um som mais calcado no heavy metal tradicional com influencias de speed metal, músicas cantadas em português com letras marcantes, como "Império de Satã" (ao contrario do que se pensa por aí não aborda satanismo, e sim a situação política do Brasil), "Princesa do Prazer" e "Armagedom".
Em 1986 Dorsal Atlântica lança o álbum Antes do Fim, seu primeiro álbum exclusivo com mais influencias de hardcore punk, a filosofia da banda era unificar metal, punk e hardcore, sonora e ideologicamente, e foi possivelmente a primeira banda a fazer isso abertamente na América Latina. Com som do metal, as letras punks, e as linhas de vocais hardcore, o Antes do Fim foi um pioneiro no metal extremo brasileiro, um disco de death metal fortemente influenciado por bandas como Sodom, Celtic Frost,Hellhammer e Slayer. Músicas como "Caçador da Noite", "Vorkuta", "Joseph Mengele", "Álcool" e "Morte aos Falsos" são consideradas clássicos do metal brasileiro.

Depois de Antes do Fim o segundo álbum da Dorsal foi Dividir e Conquistar lançado em 1987, lançado pela gravadora carioca Heavy (que também era loja / selo). Nesse álbum a banda mostra uma sonoridade mais trabalhada com mais solos, "Tortura", "Vitória" e "Lucrécia Bórgia" estão entre as principais músicas desse disco. Foi um álbum bastante premiado que permitiu uma turnê pelo país.
A Dorsal abriu para bandas internacionais como Exumer, Venom, Motörhead, Exciter, Nasty Savage e outros, foi a primeira banda no Brasil a fazer uma turnê do norte ao sul do país com o Sepultura abrindo os shows.

1988, a Dorsal Atlântica lançou um EP contendo algumas versões em inglês do LP Dividir e Conquistar, o EP chamado Cheap Tapes from Divide and Conquer, tendo sido traduzido por Wagner J. do N. Moura, que foi aclamado em algumas revistas americanas como uma das poucas bandas brasileiras que escrevia num inglês excelente.
Em 1990 a Dorsal Atlântica lança o álbum Searching for the Light e começa a compor em inglês. Esse disco conta com uma produção superior aos anteriores, porém não agradou tanto ao público brasileiro que preferia os anteriores por serem cantados em português e também por serem mais extremos.
A banda ainda lançou mais 5 álbuns. E durante sua trajetória enfrentou muitas dificuldades, com gravadoras e com a desunião do público no underground.
Em 1998 participam do festival Monsters of Rock, e a participação da Dorsal deveu-se a um abaixo-assinado que contou com mais ou menos 40 mil assinaturas.
Em 2005, Carlos Lopes decidiu fazer uma regravação do Antes do Fim, chamada Antes do Fim... Depois do Fim.


Links:
1985-Ultimatum
1986-Antes do Fim
1988-Dividir e Conquistar
1988-Cheap Tapes from Divide and Conquer (EP)
1990-Searching for the Light (1990)
1992-Musical Guide from Stellium
1994-Alea Jacta Est  
1997-Straight
2002-Terrorism Alive / Ultimatum
2005-Antes do Fim... Depois do Fim