Prog

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domingo, 12 de setembro de 2010

A Bolha

 

É incrível  a história de A Bôlha, que iniciando como The Bubbles, passou de um mero conjunto de bailes da zona sul do Rio de Janeiro, para se tornar no período de quatro anos em um dos melhores e mais pesados conjuntos de bailes do seu estado. Depois, arriscaram tudo e deram o salto, investindo mesmo contra os conselhos de empresários, em repertório e imagem própria. Tornam-se então A Bôlha, que com algumas mudanças cruciais de integrantes, pavimentam o caminho para futuras bandas como Modulo 1000 e Veludo Elétrico, além de seus integrantes fundarem posteriormente outras bandas de maior êxito comercial como Herva Doce e Hanoi Hanoi.

A história de A Bôlha começa com as aspirações musicais dos irmãos Cesar e Renato Ladeira. Em uma viagem com os país aos Estados Unidos, os dois adolescentes se vêm pegos em meio ao turbilhão da Beatlemania. Com noções de violão, passam a se dedicar ao instrumento com mais afinco. Com a intenção fixa de formar um conjunto, encontram nos irmãos Lincoln e Ricardo Bittencourt a formação ideal. Nasce portanto, The Bubbles.

The Bubbles (65-70)

Renato Fronzi Ladeira - guitarra, teclados e vocais
Cesar Fronzi Ladeira - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Ricardo Roriz - bateria

O próximo passo foi eletrificar a banda, todos investindo em guitarras elétricas, além do infalível órgão Farfisa. Junto com Renato e Seus Blue Caps, The Fevers, The Clevers e outros daquele período, The Bubbles tornam-se uma boa e respeitável banda de baile, atuando em clubes sociais e festas escolares. Com um repertório típico dos conjuntos de baile da época, oferecem horas de agito nos sábados com fartas dosagens de Rolling Stones, Beatles, no melhor estilo Iê- Iê- Iê. Com um contrato com a Musidisc, lançam os compactos “Não Vou Cortar o Cabelo” que é uma versão em portugues de "Break It All" do The Shakers. O lado B segue a mesma logica, oferecendo uma versão de “Get Off My Cloud” dos Rolling Stones chamado “Porque Sou Tão Feio.”

A popularidade do grupo vai crescendo, assim como a habilidade do conjunto de imitar com mais afinco, a sonoridade de suas bandas prediletas. Essencialmente uma banda de zona sul, passam rapidamente a cobrir e ser aceitos também na zona norte e subúrdios. O repertório passa a ficar cada vez mais diversificado, mudando conforme os tempos. Em 1968, o irmão mais velho Cesar Ladeira deixa The Bubbles para se dedicar aos estudos. Acabaria se formando e seguindo uma vida próspera trabalhando na Bolsa de Valores. Em seu lugar veio Pedro Lima, um guitarrista com um gosto por rock mais pesado. Não demoraria para Lincoln Bittencourt também deixar o grupo, sendo substituído então por Arnaldo Brandão de dezoito anos, que tocava na banda The Divers.

Com a nova formação, The Bubbles se transformava em um conjunto bem mais pesado. Seu repertório passava a incluir Cream, Hendrix, e mais tarde Grand Funk e Black Sabbath. Ainda basicamente um conjunto de baile, e portanto limitados a tocar conforme a exigência do mercado, foram cada vez se apresentando menos na zona sul e se concentrando mais na zona norte e subúrbio do Rio de Janeiro. Por saber identificar com perfeição as necessidades de seu público, que é essencialmente manter um pique de agito para a galera poder dançar e sarrar apesar de todas as suas frustrações da semana, The Bubbles rapidamente passou a ser identificado como uma das melhores e mais respeitadas bandas de baile da cidade.

De uma banda capaz de atrair facilmente cerca de trezentos a quatrocentas pessoas em apresentações em colegios, para atrair quinhentas a mil e quinhentas pessoas em bailes, The Bubbles já atraem por volta de cinco mil pessoas em apresentações nos fins de semana. Em 1970, são contratados como banda da cantora Gal Costa, em show dirigido por Jards Macalé e Hélio Oiticica. Em meados do mesmo ano, visitam Caetano e Gil na Inglaterra durante o periodo de exilio dos dois baianos. Enquanto lá, assistem o festival na Ilha de Wight, serie de apresentações que terá grande impacto sobre a banda e influência na música que passarão a fazer dali em diante. Ao retornar para o Brasil, mudam a referência musical da banda passando a ser mais voltados ao blues-rock pesado. Começam também a compor seu próprio material. Pouco depois, mudam de nome e passam a se chamar A Bôlha.

A Bôlha (70-78)

Renato Fronzi Ladeira - guitarra, teclados e vocais
Pedro Lima - guitarra
Arnaldo Brandão - baixo
Ricardo Bittencourt - bateria

O primeiro show do A Bôlha foi em Niteroi para um público de quinhentas pessoas. Tudo em relação à banda pegou todos no baile de surpresa. A diretoria do clube promoveu a noitada como The Bubbles direto de Ilha de Wight, ignorando completamente a informação dada com antecedência de que a banda havia mudado de nome. E durante o show, tocando apenas o repertório novo, que por sinal eram composições novas que ninguém conhecia. O resultado foi desastroso com um período de vaias seguidos por abandono do salão. Ao final do show, haviam menos de quinhentos marmanjos assistindo curiosos enquanto suas namoradas resmungavam. Ninguém dançou.

Passaram a tentar se apresentar em teatros porém o dinheiro arrecadado na bilheteria muitas vezes mal dava para pagar o alugel do local. A aceitação da nova proposta da banda e novo repertório, eram nestas ocasiões bem maior, porém o grande público de A Bôlha continuava sendo o público de bailes, querendo dançar nos sábados a noite.

O sucesso financeiro encontrado através dos bailes fez com que seus integrantes fossem acostumados a um certo nível de comforto. Compraram no passado móveis e imóveis, e prestações precisavam ser pagas. Uma realidade de mercado obrigou a banda a rever suas concepções iniciais. Procuram um meio termo montando um repertório híbrido e banindo várias das canções novas do grupo em palco. Ao mesmo tempo, procuravam aproveitar os ensaios para os aperfeiçoar cada vez mais.

Surge então a oportunidade da primeiras sessões de gravação profissionais. Lançam assim em 1971, um compacto simples pela gravadora Top Tape com as músicas, “Sem Nada”/“Dezoito e Trinta.” A falta de repercussão com o trabalho somados a perda gradativa de seu público maior causam incertezas entre integrantes quanto à validade ideológica encontrada em power-chord blues e rock pauleira. A terceria formação de A Bôlha seria montado então em 1972.

Em final de 1971, foi a vez de Ricardo Bittencourt deixar o grupo. Com um show importante marcado no Clube Monte Libano, A Bôlha servindo como banda de apóio para Sergio Mendes, Ricardo foi substituído inicialmente por Johnny (?). No entanto, o pai de Johnny não permitiu a seu filho se envolver seriamente com rock e o obrigou a deixar o conjunto e se dedicar mais aos estudos. Com calma e mais tempo para procurar alguém à altura da seriedade que a banda precisava, encontram Gustavo Shroeter.

A persistência do grupo em investir no próprio som e na própria imagem é paga quando conseguem um contrato com a gravadora Continental para o que se torna o álbum de estreia da banda. Entitulado “Um Passo À Frente,” o disco se propõe a ser exatamente isto. Lançado em 1973, o disco oferece sete faixas, todas composições próprias.

Renato Fronzi Ladeira - guitarra, teclados e vocais
Pedro Lima - guitarra
Arnaldo Brandão - baixo
Gustavo Shroeter - bateria

01. Um Passo À Frente (Renato Ladeira - Pedro Lima - Gustavo Schroeter - Lincoln Bittencourt)
02. Razão De Existir (Pedro Lima)
03. Bye My Friend (Pedro Lima)
04. Epitáfio (Renato Ladeira - Pedro Lima - Gustavo Schroeter - Lincoln Bittencourt)
05. Tempos Constantes (Pedro Lima)
06. A Esfera (Pedro Lima)
07. Neste Rock Forever (Wolf - Pedro Lima - Carlos Maciel)

Considerado por muitos como a melhor fase do grupo, infelizmente esta formação dura apenas por um ano. A Bôlha vê 1974 chegar tendo que montar uma nova cozinha. Arnaldo ao deixar a banda, passa a acompanhar Raul Seixas e depois Jorge Mautner, já como membro da banda Bomba Atômica. Gustavo deixaria o grupo para se juntar à nova encarnação do Veludo, antigo Veludo Elétrico. Já na nova encarnação de A Bôlha, no baixo retorna Lincoln Bittencourt, enquanto na bateria chega o novato Léo Cesar. Para que Renato possa cuidar exclussivamente dos teclados, Marcelo Sussekind adere à trupe transformada agora pela primeira vez em um quinteto.

Renato Fronzi Ladeira - teclados e vocais
Pedro Lima – guitarra
Marcelo Sussekind - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Léo Cesar - bateria

Em 1976, Sérgio Herval assume a bateria no lugar de Léo e a banda se prepara para gravar o seu segundo álbum, agora pela gravadora Polydor. Este, ao contrário do anterior, apresenta várias versões de composições conhecidas, velhos roques da Jovem Guarda, além das composições da banda. Um reflexo desta direção está no nome “É Proibido Fumar”, titulo de um rock clássico de Roberto e Erasmo. A relação das faixas e seus compositores segue com:

Renato Fronzi Ladeira - teclados e vocais
Pedro Lima – guitarra
Marcelo Sussekind - guitarra
Lincoln Bittencourt - baixo
Sérgio Herval – bateria

01. Deixe Tudo de Lado (Nixon - A Bolha)
02. Difícil É Ser Fiel (A Bolha - Edil)
03. É Proibido Fumar (Erasmo Carlos - Roberto Carlos)
04. Estações (Renato Ladeira)
05. Sai do Ar (Massadas - A Bolha)
06. Consideração (Erasmo Carlos - Roberto Carlos)
07. Torta de Maçã (Massadas - A Bolha)
08. Luzes da Cidade (Ramos - Márcio)
09. Clímax (Jean Pierre - A Bolha)
10. Vem Quente Que Eu Estou Fervendo (Carlos Imperial - Eduardo Araújo)
11. Talão de Cheque (Massadas - A Bolha)

Em 1978, A Bôlha encerra definitivamente suas atividades. Com quatorze anos de existência e dois discos de pouca vendagem, tornam-se um exemplo clássico de como era dificil sobreviver fazendo rock na era pré Rock ‘n’ Rio. Quase todos os seus integrantes tiveram carreiras significativas no meio da música, muitos conhecendo sucesso nacional em outras bandas.

Fonte: Whiplash

Links:
1971 - Compacto (quem tiver link manda ai)
1973 - Um Passo á Frente
1977 - É Proibido Fumar

O Peso

 
O Peso foi um grupo de rock brasileiro, formado na cidade do Rio de Janeiro, nos anos 70.

Em 1972, os Cearenses Luiz Carlos Porto(Vocalista) e seu parceiro Antônio Fernando foram, do Ceará, para o Rio de Janeiro.
Com a música "O Pente", a dupla participou da sétima edição do Festival Internacional da Canção.
Após o evento, a dupla se dissolveu, e Luís Carlos manteve contatos com diversos músicos da cidade.
Dois anos depois, quando retornou ao Rio, o vocalista fundou o grupo O Peso, junto com Gabriel O'Meara (guitarra), Constant Papineau (piano), Carlos Scart (baixo) e Carlos Graça (bateria).

Em 1975, a banda assinou contrato com a gravadora Polydor e lançou o LP "Em busca do tempo perdido",
no qual mesclava elementos do blues e do rock.
No mesmo ano, o grupo lançou o compacto "Sou Louco por Você/Me Chama de Amor", pela mesma gravadora.

No final dos anos 70, o grupo encerrou as atividades.

Em 1984, com a revitalização do rock no Brasil, o grupo retornou às atividades, 
apenas com Luiz Carlos da formação original.
Nesse período, o grupo apenas fez shows tocando seu antigo repertório e não lançou novos discos.

Link:
1975 - Em Busca do Tempo Perdido

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O Terço

O TERÇO! UMA LONGA HISTORIA!

 

O TERÇO!
Na história do grupo O Terço, que originou-se em 1968, estão três bandas da década de 60 - Joint Stock Co., Hot Dog e Os Libertos, por onde iniciaram o guitarrista Sérgio Hinds, o baixista César das Mercês e o baterista Vinícius Cantuária. O grupo Os Libertos, então formado pelos três músicos citados acima, era uma atração que agitava as domingueiras do Rio de Janeiro. A banda ainda se chamaria Santíssima Trindade. Em 1970, César das Mercês foi substituído por Jorge Amiden. O grupo passou então a se chamar O Terço. O conjunto é originário do Rio de Janeiro, mas depois radicou-se em São Paulo. Os vocais sempre foram privilegiados nas canções do grupo como por exemplo na música "Tributo ao Sorriso" que fez muito sucesso, inclusive entre o público não apreciador de rock. Sobre o significado da palavra terço, é um "fracionário que corresponde a três" ou a "terça parte de alguma coisa", inclusive a do Rosário, conjunto de contas utilizado na liturgia Católica para computar um determinado número de orações (quinze Pais-Nossos e quinze Ave-Marias). O nome O Terço caiu como uma luva pelo menos para essa primeira formação da banda, que era a de trio (guitarra-baixo-bateria). Sérgio Hinds, perguntado de onde foi tirado o nome do grupo disse: O Terço, como trio, é o símbolo do rosário representando união. Antes do primeiro LP lançaram um compacto com a música Velhas Histórias, com a qual ganharam o festival de Juiz de Fora. Aquela era a época do Rock Rural e do Rock Progressivo, e O Terço seguiu estas sonoridades.

Links:

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Violeta de Outono

 
 Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda carioca Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda.

Após sairem do Zero, Fábio Golfetti e Claudio Souza se juntam ao baixista e fotógrafo Angelo Pastorello, e formam em 1984 a banda Violeta de Outono.

Primeiras gravações.



Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda.Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje BMG), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiroLP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno eo cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles. 

Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum. Pós RCA / Surgimento do Invisble Opera of Tibet.                              Porém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos.

Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Melloe da cantora May East), o disco The Eternal Voice.

A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experiemental e com um pequeno público.

A Volta

Nestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia.

Com isto, a banda inicia as gravações do novo álbum, que seria lançado somento de 1999, intitulado como "Mulher na Montanha", porém sem Claudio e Angelo, que sairam da banda frustrados com a pouca receptividade comercial, e foram substituidos por Sandro Garcia (baixo) eGregor Izidro (bateria).

Durante um ano e meio, a banda com a nova formação fez várias apresentações, fazendo resurgir os velhos fãs e criando novos. Neste período, a banda chegou a abrir shows para o Focus em São Paulo e tocou com o mutante Sérgio Dias no Rio Art Rock Festival. Neste mesmo período, Angelo Pastorello volta a banda.

Em 2004, Fábio Golfetti lança Early Years Complete, contendo 14 canções, passando por sobras de estúdios e versões ao vivo.

Em 2005 o grupo volta com novo álbum e com a formação inicial da banda, adicionada da presença do tecladista Fernando Cardoso. É o lançamento do CD Ilhas, contando ainda com Gregor, na bateria. Neste álbum a banda volta a viver seus grandes momentos, com músicas como Blues, Eclipse, Língua de Gato em Gelatina e Ecos.

Em 2007 a banda lança seu mais novo álbum, intitulado "Volume 7", com o baixista Gabriel Costa no lugar de Angelo, que se afasta da banda. Neste álbum a banda se aproxima mais ainda do som progressivo, com forte presença dos teclados de Fernando Cardoso.

Fonte: Wikipédia

1987 - Violeta de Outono

1988The Early Years 

1989 - Em Toda Parte

1995 - Eclipse

1997 - Live At Rio Art Rock Festival '97

1999 - Mulher na Montanha

2000 - Reflexos da Noite

2005 - Ilhas

2007 - Volume 7

Galera os links que pedirem senha a senha é: www.rockcasa.blogspot.com


Abraço

Camping Rock 2010



FESTIVAL DE ROCK AO AR LIVRE
O Camping & Rock é um festival de rock’n’ roll que acontece anualmente no estado de Minas Gerais, desde 1996.
Cada evento tem duração de quatro dias.
Surgiu de uma necessidade de se conciliar música junto à natureza reunindo, de forma inédita as bandas do cenário independente de Minas Gerais e uma boa estrutura de Camping.
Este evento atrai pessoas de várias regiões do estado de Minas Gerais e até mesmo de outros lugares do Brasil, e é freqüentado por pessoas de todas as idades e tribos diferentes no cenário do rock, de forma harmônica, no qual todos têm como objetivo curtir um bom e velho rock and roll junto à natureza e, conseqüentemente, “se isolar” um pouco da urbanização ou da rotina.
Atualmente o Festival tem participação das Bandas Clássicas dos anos 70 e Independentes de MG e outros Estados.
Em 2010 acontecerá sua 13º edição produzida pelos respeitados Dinossauros de BH:
  • João Batista – Loja Purple Record’s
  • Magela Medeiros – Programa A Hora do Dinossauro
“Estamos fazendo mais um evento bacana esperamos todos vocês lá!”

Programação


abertura dos portões:
8 horas da manhã de quinta dia 03 de junho

PALCO
DIA 03 QUINTA -  Feriado
15 h Rajaz
17 h Ladylake
19 h Dogma
21 h Homem com Asas
23 h Cartoon
01 h Som Nosso de Cada Dia


DIA 04 SEXTA
15 h Ossos do Banquete
17 h Pleiades
19 h Companhia de Blues
21 h Somba
23 h Concreto
01 h Seu Madruga

DIA 05 SÁBADO
15 h Thespian
17 h Iron Maiden cover – BH
19 h Zé Trindade
21 h Carro Bomba
23 h Baranga
01 h Tuatha de Danann


DIA 06 DOMINGO
10 h Robertus Van Langen
11h Classic Rock
13 h Anthology




Ai galera, o melhor evento underground do brasil, que acontece dese 1998, putz da pra perder nao viu.
Abraço a todos 

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Patrulha do Espaço



O conjunto foi criado em 1977 por Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), juntamente com o baterista Rolando Castello Júnior
(que já havia tocado com o Made in Brazil e com o Aeroblus, daArgentina),
o baixista Oswaldo "Cokinho" Gennari e o guitarrista irlandês John Flavin.
Patrulha do Espaço, subtítulo da música instrumental Honky Tonky do clássico disco solo Lóki de Arnaldo, estreou no 1° Concerto Latino Americano de Rock, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo,
em setembro de 1977, tornando-se uma das principais expressões do rock paulistano e brasileiro das últimas décadas.
Com a saída de Arnaldo Baptista, em 1978, a banda passou a contar com a participação de Percy Weiss nos vocais e realizou a gravação do primeiro disco independente de rock do Brasil,
conhecido como Disco Preto, de onde os hits "Arrepiado" e "Vamos curtir uma juntos"
marcaram o sucesso das oito faixas lançadas em vinil. De 1979 a 1985,
a Patrulha do Espaço consolidou-se como o primeiro trio de rock pesado realizando centenas de shows, com destaque para a abertura das apresentações do Van Halen em São Paulo em 1983,
quando recebeu elogios pessoais de Eddie Van Halen. São desse período as gravações do terceiro,
quarto e quinto discos da Patrulha, contendo canções como "Columbia", "Festa do Rock" e "Não tenha medo".
A Patrulha do Espaço contou, ainda nesta fase, com a participação do guitarrista argentino Pappo (Riff e Aeroblus),
que resultou na gravação do disco Patrulha 85 editado inclusive na Argentina, com as canções "Olho Animal" e "Robot". 
A Patrulha do Espaço retomou os trabalhos em 1992 quando lançou o vinil Primus Inter Pares,
uma homenagem póstuma ao baixista Sergio Santana.
Uma retirada de cena foi motivada pela incessante atividade do baterista Rolando Castello Júnior,
à frente da produção de eventos culturais e como oficineiro, palestrante e produtor musical.
Na década de 90 também foi lançada a Série "Dossiês" que apresentou a obra da Patrulha do Espaço em formato de CD, contando cronologicamente a história da banda, fartamente ilustrada,
apresentada em quatro volumes ou em box com todos os CDs.
Ao todo, a Patrulha do Espaço contou em seu percurso com a produção de dezesseis discos autorais.
Retornando definitivamente à estrada, de 1999 a 2008, realizou centenas de shows por todo país e,
de volta também aos estúdios, lançou os cds Chronophagia, Dossiê Volume 4, Compacto e Missão na Área 13, contendo 12 músicas inéditas.

A Patrulha do Espaço realiza em 2009 a turnê nacional e internacional que reúne alguns dos principais sucessos da banda
e novas composições.

A Patrulha do Espaço tem se apresentado nos principais festivais de rock e de música do Brasil:
Virada Cultural em São Paulo, Camping & Rock em Minas Gerais, Psicodália e Rural Rock Fest em Santa Catarina, Goiânia Noise em Goiás, Ferrock no Distrito Federal, além de realizar shows em teatros e casas de rock do país.

Nessa tour de 2009 a Patrulha do Espaço estará se apresentado em sua formação clássica de trio,
com Rolando Castello Júnior (bateria), Marcelo Schevano (guitarra e voz) e René Seabra (baixo e vocal).
Corre o boato de que a banda estaria gravando uma música nova, Rolando Rock,
em homenagem ao baterista e fundador Rolando Castello Júnior.

Fonte : Wikipédia

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Mantra




A banda Mantra surgiu em meados de 1999 com o objetivo de resgatar uma sonoridade impar, tornando-se rapidamente um dos principais grupos do cenário rock underground de Minas Gerais.
Sua música se baseia nos efeitos hipnotizantes que os lisérgicos anos setenta apresentaram. Esta década é entendida pelos músicos deste grupo como o ápice da criatividade experimental, ou seja, a liberdade de criação atrelada a elementos do Jazz, do Blues e da Música Erudita, influenciaram diretamente na contracultura distorciva que as guitarras Hippie’s emitiam, criando assim uma musicalidade diferente, agradável e sofisticada.
Os cinco instrumentistas que compõem a banda MANTRA, Artur Tavares (guitarra e voz), Avelar Júnior (baixo e voz), Hugo Bizzotto (teclados e voz), Léo Dias (bateria e voz) e Rodrigo Boi (voz e violão), optaram pela harmonia de seus vocais, intercalando os solos ao determinar de cada melodia. Todos são cantores e têm seus solos determinados pela área vocal de cada um. Músicos profissionais credenciados pela Ordem dos Músicos do Brasil, são atuantes, acadêmicos, professores de música e pesquisadores da cultura.
A eterna busca de novos elementos para a construção da identidade do grupo acaba por trazer performances agitadas, carisma e boa relação com o público. O Rock and Roll, a comunicação e a liberdade de criação são características fortes do trabalho do MANTRA.
Em dezembro de 2001 foi lançado o primeiro trabalho da banda, o disco “Contos do Plano Mental”, produzido nos estúdios tUpAtOo pelo engenheiro de som João Marcelo (Jojô) e banda MANTRA, no período de agosto a outubro do mesmo ano do lançamento. O disco contém quatro faixas que falam sobre questões relevantes (ou não) do cotidiano humano (ou não):
Tucatatu (uma crítica a alienação)
O Tempo na História (questão filosófica do tempo histórico: Longa, Média e Curta Duração)
Sorria Meu Velho (amor fraterno e conflito)
De Volta ao B-612 (baseado no livro “O Pequeno Príncipe”)

Em julho de 2002, apresentando músicas do “Contos do Plano Mental” e também releituras de outros artistas, o MANTRA conquistou o primeiro lugar do “Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana”, organizado pelo Uni-BH.
Em 2004 é eleita uma das melhores bandas do circuito BDMG Cultural, tendo realizado, por conta disso, uma turnê por cidades mineiras.
Com um repertório bastante diversificado dentro das vertentes do rock, o show do Mantra apresenta além de suas próprias composições, releituras de grandes nomes do cenário mundial, como Gentle Giant, PFM, Gênesis, Pink Floyd, Yes, Mutantes, Grand Funk Railroad, Led Zeppelin, etc.  


 Contos Do Plano Mental (2001)