Prog

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Violeta de Outono

 
 Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda carioca Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda.

Após sairem do Zero, Fábio Golfetti e Claudio Souza se juntam ao baixista e fotógrafo Angelo Pastorello, e formam em 1984 a banda Violeta de Outono.

Primeiras gravações.



Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda.Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje BMG), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiroLP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno eo cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles. 

Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum. Pós RCA / Surgimento do Invisble Opera of Tibet.                              Porém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos.

Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Melloe da cantora May East), o disco The Eternal Voice.

A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experiemental e com um pequeno público.

A Volta

Nestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia.

Com isto, a banda inicia as gravações do novo álbum, que seria lançado somento de 1999, intitulado como "Mulher na Montanha", porém sem Claudio e Angelo, que sairam da banda frustrados com a pouca receptividade comercial, e foram substituidos por Sandro Garcia (baixo) eGregor Izidro (bateria).

Durante um ano e meio, a banda com a nova formação fez várias apresentações, fazendo resurgir os velhos fãs e criando novos. Neste período, a banda chegou a abrir shows para o Focus em São Paulo e tocou com o mutante Sérgio Dias no Rio Art Rock Festival. Neste mesmo período, Angelo Pastorello volta a banda.

Em 2004, Fábio Golfetti lança Early Years Complete, contendo 14 canções, passando por sobras de estúdios e versões ao vivo.

Em 2005 o grupo volta com novo álbum e com a formação inicial da banda, adicionada da presença do tecladista Fernando Cardoso. É o lançamento do CD Ilhas, contando ainda com Gregor, na bateria. Neste álbum a banda volta a viver seus grandes momentos, com músicas como Blues, Eclipse, Língua de Gato em Gelatina e Ecos.

Em 2007 a banda lança seu mais novo álbum, intitulado "Volume 7", com o baixista Gabriel Costa no lugar de Angelo, que se afasta da banda. Neste álbum a banda se aproxima mais ainda do som progressivo, com forte presença dos teclados de Fernando Cardoso.

Fonte: Wikipédia

1987 - Violeta de Outono

1988The Early Years 

1989 - Em Toda Parte

1995 - Eclipse

1997 - Live At Rio Art Rock Festival '97

1999 - Mulher na Montanha

2000 - Reflexos da Noite

2005 - Ilhas

2007 - Volume 7

Galera os links que pedirem senha a senha é: www.rockcasa.blogspot.com


Abraço

Camping Rock 2010



FESTIVAL DE ROCK AO AR LIVRE
O Camping & Rock é um festival de rock’n’ roll que acontece anualmente no estado de Minas Gerais, desde 1996.
Cada evento tem duração de quatro dias.
Surgiu de uma necessidade de se conciliar música junto à natureza reunindo, de forma inédita as bandas do cenário independente de Minas Gerais e uma boa estrutura de Camping.
Este evento atrai pessoas de várias regiões do estado de Minas Gerais e até mesmo de outros lugares do Brasil, e é freqüentado por pessoas de todas as idades e tribos diferentes no cenário do rock, de forma harmônica, no qual todos têm como objetivo curtir um bom e velho rock and roll junto à natureza e, conseqüentemente, “se isolar” um pouco da urbanização ou da rotina.
Atualmente o Festival tem participação das Bandas Clássicas dos anos 70 e Independentes de MG e outros Estados.
Em 2010 acontecerá sua 13º edição produzida pelos respeitados Dinossauros de BH:
  • João Batista – Loja Purple Record’s
  • Magela Medeiros – Programa A Hora do Dinossauro
“Estamos fazendo mais um evento bacana esperamos todos vocês lá!”

Programação


abertura dos portões:
8 horas da manhã de quinta dia 03 de junho

PALCO
DIA 03 QUINTA -  Feriado
15 h Rajaz
17 h Ladylake
19 h Dogma
21 h Homem com Asas
23 h Cartoon
01 h Som Nosso de Cada Dia


DIA 04 SEXTA
15 h Ossos do Banquete
17 h Pleiades
19 h Companhia de Blues
21 h Somba
23 h Concreto
01 h Seu Madruga

DIA 05 SÁBADO
15 h Thespian
17 h Iron Maiden cover – BH
19 h Zé Trindade
21 h Carro Bomba
23 h Baranga
01 h Tuatha de Danann


DIA 06 DOMINGO
10 h Robertus Van Langen
11h Classic Rock
13 h Anthology




Ai galera, o melhor evento underground do brasil, que acontece dese 1998, putz da pra perder nao viu.
Abraço a todos 

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Patrulha do Espaço



O conjunto foi criado em 1977 por Arnaldo Baptista (ex-Mutantes), juntamente com o baterista Rolando Castello Júnior
(que já havia tocado com o Made in Brazil e com o Aeroblus, daArgentina),
o baixista Oswaldo "Cokinho" Gennari e o guitarrista irlandês John Flavin.
Patrulha do Espaço, subtítulo da música instrumental Honky Tonky do clássico disco solo Lóki de Arnaldo, estreou no 1° Concerto Latino Americano de Rock, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo,
em setembro de 1977, tornando-se uma das principais expressões do rock paulistano e brasileiro das últimas décadas.
Com a saída de Arnaldo Baptista, em 1978, a banda passou a contar com a participação de Percy Weiss nos vocais e realizou a gravação do primeiro disco independente de rock do Brasil,
conhecido como Disco Preto, de onde os hits "Arrepiado" e "Vamos curtir uma juntos"
marcaram o sucesso das oito faixas lançadas em vinil. De 1979 a 1985,
a Patrulha do Espaço consolidou-se como o primeiro trio de rock pesado realizando centenas de shows, com destaque para a abertura das apresentações do Van Halen em São Paulo em 1983,
quando recebeu elogios pessoais de Eddie Van Halen. São desse período as gravações do terceiro,
quarto e quinto discos da Patrulha, contendo canções como "Columbia", "Festa do Rock" e "Não tenha medo".
A Patrulha do Espaço contou, ainda nesta fase, com a participação do guitarrista argentino Pappo (Riff e Aeroblus),
que resultou na gravação do disco Patrulha 85 editado inclusive na Argentina, com as canções "Olho Animal" e "Robot". 
A Patrulha do Espaço retomou os trabalhos em 1992 quando lançou o vinil Primus Inter Pares,
uma homenagem póstuma ao baixista Sergio Santana.
Uma retirada de cena foi motivada pela incessante atividade do baterista Rolando Castello Júnior,
à frente da produção de eventos culturais e como oficineiro, palestrante e produtor musical.
Na década de 90 também foi lançada a Série "Dossiês" que apresentou a obra da Patrulha do Espaço em formato de CD, contando cronologicamente a história da banda, fartamente ilustrada,
apresentada em quatro volumes ou em box com todos os CDs.
Ao todo, a Patrulha do Espaço contou em seu percurso com a produção de dezesseis discos autorais.
Retornando definitivamente à estrada, de 1999 a 2008, realizou centenas de shows por todo país e,
de volta também aos estúdios, lançou os cds Chronophagia, Dossiê Volume 4, Compacto e Missão na Área 13, contendo 12 músicas inéditas.

A Patrulha do Espaço realiza em 2009 a turnê nacional e internacional que reúne alguns dos principais sucessos da banda
e novas composições.

A Patrulha do Espaço tem se apresentado nos principais festivais de rock e de música do Brasil:
Virada Cultural em São Paulo, Camping & Rock em Minas Gerais, Psicodália e Rural Rock Fest em Santa Catarina, Goiânia Noise em Goiás, Ferrock no Distrito Federal, além de realizar shows em teatros e casas de rock do país.

Nessa tour de 2009 a Patrulha do Espaço estará se apresentado em sua formação clássica de trio,
com Rolando Castello Júnior (bateria), Marcelo Schevano (guitarra e voz) e René Seabra (baixo e vocal).
Corre o boato de que a banda estaria gravando uma música nova, Rolando Rock,
em homenagem ao baterista e fundador Rolando Castello Júnior.

Fonte : Wikipédia

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Mantra




A banda Mantra surgiu em meados de 1999 com o objetivo de resgatar uma sonoridade impar, tornando-se rapidamente um dos principais grupos do cenário rock underground de Minas Gerais.
Sua música se baseia nos efeitos hipnotizantes que os lisérgicos anos setenta apresentaram. Esta década é entendida pelos músicos deste grupo como o ápice da criatividade experimental, ou seja, a liberdade de criação atrelada a elementos do Jazz, do Blues e da Música Erudita, influenciaram diretamente na contracultura distorciva que as guitarras Hippie’s emitiam, criando assim uma musicalidade diferente, agradável e sofisticada.
Os cinco instrumentistas que compõem a banda MANTRA, Artur Tavares (guitarra e voz), Avelar Júnior (baixo e voz), Hugo Bizzotto (teclados e voz), Léo Dias (bateria e voz) e Rodrigo Boi (voz e violão), optaram pela harmonia de seus vocais, intercalando os solos ao determinar de cada melodia. Todos são cantores e têm seus solos determinados pela área vocal de cada um. Músicos profissionais credenciados pela Ordem dos Músicos do Brasil, são atuantes, acadêmicos, professores de música e pesquisadores da cultura.
A eterna busca de novos elementos para a construção da identidade do grupo acaba por trazer performances agitadas, carisma e boa relação com o público. O Rock and Roll, a comunicação e a liberdade de criação são características fortes do trabalho do MANTRA.
Em dezembro de 2001 foi lançado o primeiro trabalho da banda, o disco “Contos do Plano Mental”, produzido nos estúdios tUpAtOo pelo engenheiro de som João Marcelo (Jojô) e banda MANTRA, no período de agosto a outubro do mesmo ano do lançamento. O disco contém quatro faixas que falam sobre questões relevantes (ou não) do cotidiano humano (ou não):
Tucatatu (uma crítica a alienação)
O Tempo na História (questão filosófica do tempo histórico: Longa, Média e Curta Duração)
Sorria Meu Velho (amor fraterno e conflito)
De Volta ao B-612 (baseado no livro “O Pequeno Príncipe”)

Em julho de 2002, apresentando músicas do “Contos do Plano Mental” e também releituras de outros artistas, o MANTRA conquistou o primeiro lugar do “Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana”, organizado pelo Uni-BH.
Em 2004 é eleita uma das melhores bandas do circuito BDMG Cultural, tendo realizado, por conta disso, uma turnê por cidades mineiras.
Com um repertório bastante diversificado dentro das vertentes do rock, o show do Mantra apresenta além de suas próprias composições, releituras de grandes nomes do cenário mundial, como Gentle Giant, PFM, Gênesis, Pink Floyd, Yes, Mutantes, Grand Funk Railroad, Led Zeppelin, etc.  


 Contos Do Plano Mental (2001)





quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cálix




Vocais, bateria, flauta, teclado, guitarra, baixo, violões, bandolim, música que faz sonhar, sentir o som na pele, sentir o som percorrendo o corpo, viajar. Poesia. Assim é o Cálix. Música de excelente qualidade que conquista jovens almas, rejuvenesce almas, resgata a sonoridade, pela canção, pela melodia.


Com 10 anos de carreira, o Calix é uma das bandas independentes de maior importância do nosso país, tendo vendido mais de 10 mil cópias de seus de seus 2 cds: “Canções de Beurin”, lançado em 2000 e “A Roda”, lançado em 2002. Considerado um grupo de rock progressivo, o Calix recebeu importantes prêmios relacionados a esse gênero (como o de banda revelação, melhor cd e melhor show nacional de 2000), tendo tocado ao lado do Focus, uma das bandas mais significativas na história do rock progressivo mundial e no Rio Art Rock Festival (Rio de Janeiro), ao lado do grupo italiano “Il Baleto Di Bronzo”. A banda tem se destacado também no cenário da música mais comercial, sendo a todo momento requisitada para tocar em eventos de grande porte, ao lado de artistas nacionais consagrados. Além disso, o grupo curiosamente ficou entre os 24 classificados entre 2893 inscritos (de todo o Brasil) para o prêmio Visa MPB Compositores, realizado no primeiro semestre de 2003, comprovando a sua versatilidade.


A banda vive agora seu melhor momento, com o lançamento do DVD “Cálix Ao Vivo”. Gravado em outubro de 2006, no Grande Teatro do Palácio das Artes, o show contou com a participação da percussionista Daniela Ramos e de uma orquestra especialmente formada para o evento, regida por Rodrigo Garcia.


Nesse material audio visual de altíssima qualidade é possível constatar como a banda consegue levar o público ao delírio com sua música mágica que resgata a qualidade das harmonias e melodias de tempos mais fecundos, através de um instrumental rico e variado (flauta, violões, bandolim, guitarra, baixo, bateria, piano) e um vocal de alto nível. As 1700 pessoas que lotaram o teatro, cantam a plenos pulmões as músicas do grupo, que já recebeu também reconhecimento internacional, com cds distribuidos na Europa, Ásia, America Latina, Estados Unidos.


O DVD “Cálix Ao Vivo”, lançado em junho de 2007, foi produzido por Ivan Caiafa e dirigido por Daniel Veloso e Eduardo Zunza.


É um material que promete abalar o cenário da nossa Música Brasileira!


(Fonte, Site Oficial - www.calix.com.br )


Canções de Beurin (2000)

A Roda (2002)

Ventos de Outono (2007)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Júpter Maçã



JÚPITER MAÇÃ é o codinome do cantor, compositor e guitarrista gaúcho Flávio Basso. Músico veterano desde os anos 80, antes de tornar-se Júpiter Maçã (em homenagem ao planeta e à gravadora dos Beatles, Apple), Flávio fez parte das bandas TNT e  Os Cascaveletes. A música de Júpiter Maçã é um mergulho nos anos 60, com referências de Kinks, Mutantes, Syd Barrett (ex-Pink Floyd), Beatles e Walter Franco. O primeiro álbum intitulado "A Sétima Efervescência" tem agradado críticos e público. 


Júpiter Maçã - A Sétima Efervescência 1997




Som Nosso de Cada Dia



Tendo lançado um dos maiores clássicos do Rock setentista nacional - o LP “Snegs” (1974) - a banda foi fundada em São Paulo, no ano de 1971, pelos seguintes músicos:

Manito: espanhol de nascimento, é um legítimo multi-instrumentista (piano, órgão, moog, flauta, sax e violino) e já famoso pelo seu importante papel com o grupo “Os Incríveis. No decorrer da sua carreira tocou com muitos nomes de peso, tais como Os Mutantes, Rita Lee e Camisa de Vênus na área do Rock e Roberto Carlos e Zé Ramalho na área da MPB

Pedro Baldanza: mais conhecido como PEDRÃO, o baixista e vocalista gaúcho já havia sido membro das históricas bandas “Novos Baianos” e “Perfume Azul do Sol”, além de ter convivido e atuado com Walter Franco e Cassiano. Após o fim da banda em 1977, trabalhou com importantes nomes da MPB, tais como Ney Matogrosso, Elis Regina, Gal Costa e Sá & Guarabira

Pedrinho Batera: Um dos mais brilhantes bateristas do Rock Nacional, trabalhou também com Luiz Melodia e Belchior, além de diversos grupos de Jazz. Infelizmente, faleceu precocemente em meados dos anos 90.

A Obra-Prima
Apesar de sua curta discografia (apenas 2 LPs e um compacto, ambos de estúdio nos anos 70 e, posteriormente, um CD ao vivo em 1994 e um CD duplo também ao vivo com registros inéditos dos anos 70), os músicos acima podem se orgulhar de terem lançado um dos mais brilhantes, criativos e empolgantes discos de Rock da América do Sul.
Todas as músicas do álbum SNEGS são excelentes, mas “Sinal da Paranóia”, “Bicho do Mato”, “Massavilha” e “Dirección de Aquarius” merecem ser citadas com maior destaque.
Considerado por muitos como o mais fantástico disco de Rock Progressivo nacional, é um item absolutamente obrigatório na coleção de qualquer fã do gênero.
Gravado e mixado em 1973 em apenas 7 dias e com grande precariedade de equipamentos de estúdio, é uma das maios perfeitas demonstrações de que o realmente importa na gravação de um disco é o TALENTO.
Outra grande façanha do Som Nosso de Cada Dia foi a realização dos 5 shows de abertura da turnê de Alice Cooper no Brasil em julho de 1974.
Com Alice no auge de sua carreira, o público presente foi sempre excelente (um total superior a 130.000 pessoas), o nosso representante brazuca obteve incrível sucesso, tendo suas apresentações mais queridas e lembradas até mesmo que o próprio astro principal.

A Vida Após “Snegs” e “Alice Cooper”
Por diversas razões, mesmo com o sucesso anterior, várias mudanças de formação ocorreram (Manito saiu e vários outros foram entrando e saindo) e somente três anos depois lançaram novo disco. Infleizmente, a época já era outra e o movimento “Disco Music” assolava o mundo. Foram então obrigados a gravar músicas que se adequassem a nova realidade. Mesmo assim, tiveram uma grande idéia, que possibilitou a inclusão de músicas do estilo Progressivo sem afetar a qualidade do álbum e sem incomodar aos fãs de estilos tão diversos.
Era lançado então o álbum “Som Nosso”, onde o Lado 1 recebeu o nome de “Sábado” e o Lado 2 de “Domingo”. O “Sábado” com sonoridade Funk, apropriada para “Os Embalos de Sábado a Noite” e o “Domingo” com músicas belamente Progressivas, perfeitas para o relaxamento e sossego de um “domingão”.
A idéia foi brilhante e o disco razoavelmente bem sucedido, mas, por diversas razões, a banda acabou se desfazendo. Como último suspiro, lançaram apenas mais um compacto, mas este teve a grata realização de o título de uma de suas músicas ter inspirado o nome de uma nova banda: a BANDA BLACK-RIO, famosa e histórica banda carioca de Funk instrumental.
P.S.: Importantíssimo ressaltar que este tipo de Funk setentista NADA, absolutamente NADA tem a ver com o “funk” existente hoje no Brasil…
Em junho de 1993 o trio original se reúne para gravar uma faixa inédita (”O Guarani”), editada como bônus no relançamento em CD do “Snegs”. Em 94 reuniram-se para 2 novos shows, que resultaram no CD “Live 94″.
As perspectivas eram excelentes, pois ambos os CDs (editados pela gravadora “Progressive Rock Worldwide”) foram bem recebidos e a imediata e positiva conseqüência foi um convite para apresentações no Japão, em um Festival de Rock Progressivo.
O destino, porém, foi cruel, com o imprevisível falecimento de Pedrinho Batera…
Nova dissolução ocorreu e desta vez parecia ser definitiva…

O Retorno em Grande Estilo

Esta surpreendente e fantástica reunião se deu pelas seguintes razões:
Por volta de 2004, surgiu no mercado fonográfico “alternativo”, um CD “Bootleg” contendo a gravação de um show realizado em setembro de 1976. O sucesso foi total, tanto entre os antigos fãs quanto entre os da nova geração, que se surpreenderam com a excepcional qualidade técnica que a banda mostrava ao vivo.
Decide-se que é chegada a hora de editar um disco ao vivo oficial: o resultado é o fantástico “A Procura da Essência - (Ao Vivo 1975-1976)”, lançado pela gravadora carioca Editio Princeps (www.editioprinceps.com).
Este CD duplo traz, pela primeira vez, gravações ao vivo do Som Nosso de Cada Dia em seu período mais progressivo, durante os anos 70, cuidadosamente selecionadas pelos próprios músicos dentre as fitas de melhor qualidade sonora remanescentes. Além de diversas improvisações e versões estendidas de antigos clássicos, estes registros incluem versões inéditas de faixas da lendária suíte “Amazônia”, gravada pela banda em 1975 e nunca lançada integralmente.
Aproveitando as três décadas de lançamento do “Snegs” e o CD duplo ao vivo, Pedro Baldanza montou uma banda-tributo para gravar um CD chamado “O Som Nosso de Cada Dia a Dia”, mas, apesar de várias músicas terem sido gravadas, o projeto foi arquivado e não há previsão de seu lançamento.

No entanto, o conjunto dos fatores acima proporcionou uma reaproximação com Manito e em 24/04/2008 aconteceu o que a muitos parecia que jamais ocorreria novamente…

Dentro da extensa programação do extraordinário evento paulistano “Virada Cultural”, estava agendada a apresentação do SOM NOSSO DE CADA DIA para tocar o “Snegs” na íntegra!!

Dessa forma, mesmo estando programado para o lamentável horário das 3 da madrugada, dos MUTANTES estarem se apresentando no mesmo horário e das pessoas terem de permanecer horas na fila (seria no Teatro Municipal, onde havia uma limitação de lugares em torno de 1.500 pessoas), a lotação foi TOTAL.

A formação dos músicos incluiu Manito (teclados, sax, flauta) e Pedro Baldanza (baixo e vocais), brilhantemente auxiliados por Marcelo Schevano (guitarra e flauta), Edson Guilardi (o mesmo baterista que tocou com o Terreno Baldio) e Fernando Cardoso (atual tecladista do Violeta de Outono, toca também na bandas Homem com Asas e Compacta Triô). Complementaram a seleção, os excelentes vocalistas Thiago Furlan e Jorge Canti.

Então, com todos os fatores acima e aliado ao fato de estar sendo no belíssimo espaço que é o Teatro Municipal, o show foi absolutamente emocionante e inesquecível.
A emoção da platéia foi intensa e indescritível, com a realização de um “sonho impossível”, tanto por parte da “Velha Guarda” quanto dos inúmeros jovens e apaixonados fãs. Todas as músicas foram enormemente celebradas, mas preciosidades como “Sinal da Paranóia” e “Bicho do Mato”, criaram um longo e extraordinário uníssono.

Agora, na sua nova apresentação, no Carnaval de 2009, no FESTIVAL PSICODÁLIA, em meio a exuberante natureza da região de São Martinho (SC), não resta dúvida que as mesmas emoções se repetirão.





1974 - SNEGS







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1976 -  Sábado e Domingo






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Som Nosso De Cada Dia (1975-1976) O Barulho Aterroriza - Cuidado com o Verdi


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